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Por um Brasil democrático


A Constituição Federal de 1998 fundamenta, “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação”. Em vista disso, o assunto mais debatido diariamente é a discriminação contra homossexuais, onde esta denomina-se homofobia .
Casos como o casamento gay, sancionado no dia cinco de maio deste ano, e o projeto de lei 122/2006, que criminaliza o preconceito contra homossexuais, presumem mudanças no comportamento da sociedade. Motivo o qual o Brasil mostra-se na busca de uma democracia mais justa e igualitária, todavia há uma parcela que se manifesta de forma contrária, e critica a liberdade que está sendo disponibilizada a estas pessoas, alegando que tais “violam a lei da vida biológica”, exprimindo uma visível aversão ao fato.
Em vista dos argumentos apresentados, e com o apoio de uma constituição que permite a estas pessoas usufruírem das mesmas atividades as quais os heterossexuais desfrutam, é injusto e ilegal discriminar um indivíduo somente pelo fato de escolher outro do mesmo sexo para ser seu parceiro. Logo, a população homofóbica, vislumbra os homossexuais como díspares da sociedade tradicional, e assim os incriminam e julgam-os por suas escolhas.
Se todos somos iguais perante as leis, é momento de buscarmos a concretização deste conceito, visando sempre a igualdade em quaisquer formas, livre de crendices e oposições aos costumes, que por ventura um indivíduo venha a obter. As leis são claras e foram feitas para serem cumpridas, e a escolha por sexo é um direito de todos. 




Mazelas do ensino público


A sociedade moderna, que luta por seus direitos, paga seus impostos, e exige muito das novas tecnologias do mercado, é também a que pouco se atem a valorização da língua culta. Tendo em vista que o aluno de hoje é o profissional de amanhã, é inaceitável que o governo não se preocupe com a boa formação de tal obra.
Em vista disso a população que luta por um Brasil mais culto e alfabetizado está inconformada com o novo livro, que já é distribuída nas escolas de ensino fundamental, aceito pelo Ministério da Educação (Mec), onde  consta em suas páginas o incentivo do dicente a usar a língua popular brasileira, ofuscando a idéia  do ensino culto obtido até então em nossas salas de aula.
O curiosa da justificativa feita pelo Mec,  “ buscamos evitar a evasão dos alunos nas salas de aula”, é a falta de visão póstuma obtida. Se observarmos, certamente haverá um número maior de alunos freqüentadores nas escolas, todavia estaremos formando milhares de analfabetos funcionais que se quer obterão êxito de ingressar em uma universidade, uma vez que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), método de seleção dos alunos , estabelece o uso da língua brasileira culta na elaboração de sua redação proposta.
Pesando em nosso futuro, é inadmissível aceitar que seja implantada uma nova forma de  ensinar  nossas crianças, onde a ausência de concordâncias de gênero e número predominem, propondo a elas uma maneira mais “solta” e aproximada de seu discurso direto, prejudicando assim sua formação já no estágio inicial acarretando em toda sua estrutura de ensino.
Logo é formidável que a população conscientize-se que a norma culta no ato de falar e redigir é de suma importância, para que assim os órgãos públicos entendam o grande erro cometido  e passem a reavaliar os livros que serão usados nas escolas de todo o nosso Brasil.





O padrão contemporâneo !

Cintura marcada, pernas longas e afinadas, abdome definido, músculos torneados e firmes. É a meta que grande parte da sociedade quer atingir, já que estes pré requisitos são os itens fundamentais para se estar dentro dos padrões do ser contemporâneo.
Uma sociedade extremamente preocupada com a estética, persuadida pela mídia, que por sua vez,busca a cada dia implantar no mercado um novo produto, uma tendência impactante, através de imagens e figuras, a fim de induzir estes seguidores frenéticos, a irem ao encontro de tal ideal , fazendo assim o que for possível para isso, ou seja, a cada dia que passa milhares de pessoas procuram clinicas de estética, redutores de apetite, ou medicamentos que aumentem o volume da musculatura, para igualarem-se a tudo que esta em alta no meio popular.
Adolescentes influenciados por ditos modelos, como a banda restart, composta por meninos de porte físico magro, cabelos repicados, calças coloridas e justas, ou as meninas mais sonhadoras, buscando a beleza  vislumbrada nas passarelas da moda mundial, onde a utopia esta na magreza dos corpos e na finura das pernas apresentadas. Um meio formador, que segue as tendências que a mídia os impulsiona.
Antigamente o ser magro e esguio significava fraqueza, ou sintomas de alguma doenças ou epidemia; hoje, com a evolução dos anos, o magro ganha seu espaço e a pessoas denominadas mais gordas, ou com algum tipo de excesso corporal, sofrem a restrição de uma sociedade crítica e seletora.
Sabe-se que a boa forma relaciona-se com o estado de saúde o qual o corpo se encontra, todavia esta visão deixou de ser literal e passou a ser estética. Em vista disso é de suma importância que a sociedade saiba os limites que cada indivíduo pode suportar, e busque na alimentação saudável o bom funcionamento do intestino e da mente, ofuscando assim o vício de seguir os dogmas que a publicidade introduz, apenas para sentir-se meio de uma nação visivelmente padrão.