quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


Sede...

Olhar, esse teu olhar...
que me  persegue desde que habito este mundo,
que deixa parceiros e levam outros embora,
que carrega pedaços e dilacera outros
E, que hoje a mim nada vigora.

Aroma, ah esse teu aroma
Que rasga a pele só em sentir
Que traz nas curvas o ardor marcante
 nem o mais relutante, por ser confiante
Deixa de distinguir

E se a pele rasgar,  se o aroma ficar
No olhar estará marcado, na estria do pecado
O desejo encantado vislumbrado em tons carmim

E do jeito que te encontro, te retorço, te desmonto
Te desejo como for...
Sou amor, sou ardor de dia claro a noite escura
Me levando, sedento, ao teu encontro
Diante dos olhos da mãe lua.

( Andorinha )



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