segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Um baque, um tropeço, uma esbarrada.

Conhecidos através das lides de sarandeios e sapateios onde umas por mais tropeiras honraram a estirpe da mulher gaúcha, vestidas de chitas como nos anos anteriores,  na histórias do presente uma passado de glórias e batalhas, e outras por serem damas e senhoras, graciosamente, carregam a mar do Rio Grande em seus cabelos  entrelaçados, seus olhos marcados e suas vestes fina.
São mulheres, são meninas, que trouxeram ao encontro dois pares de tropeiros mergulhados no destino. Quem sabe o tempo cruze as rédeas dessas domas lendárias que unem aos palcos de batalhas amores a serem vividos!

 Andorinha

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