domingo, 17 de julho de 2011

Pelos carinhos dedico à redondinha mais profunda.
Pelos abraços, ofereço a canção mais singela.
Pelos risos apresento o amanhecer mais radiante.
Pelos conselhos mostro o voar da andorinha mais sincrônico.
Pelas palavras, as mais belas frases já escritas.
Pelos apelos, o beijo mais sincero.
Pela confiança, as batidas do meu coração.  
Pelo olhar, o soar do violino solo.
Pelas lágrimas dedico o sopro do vento, este que insiste em inundar minha alma e balançar teus cabelos.
Pela garra e pela covardia te estendo a mão.  Pela verdade te entrego a alma!
Pelas mágoas compartilho meus ombros e colo.
Aos sonhos dedico a realidade blefante e plena de um sonho inquieto.
E por essas e outras milhões de manifestações te agradeço em verso e apelo. Suplico que não sumas assim, pois será o meu fim te ver em outros braços.

E assim fica nos versos, registrado no pensamento a lástima do momento que se passa neste inverno. Espero que o outono não seja tão cinzento, e que em fim a primavera floreie os jardins dos olhos, 
secando meu pranto que se alastra pelas veias da vida me mostrando o quão forte é este tal de AMOR.

Andorinha...

Um comentário:

  1. ei, Kat!

    o poema é bem legal! eu gostei!

    também to precisando escrever umas coisas!!!


    beijos e se cuida!!!



    att.
    Quilômetros-a-Pé

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